Vivemos num mundo em que praticamente tudo aquilo que é produzido tem a intenção de lucro e não a prestação efectiva de serviços. Em pouco ou nada se faz com verdadeiro interesse ou interação com o que somos na real essência. Torna-se urgente mudar tais comportamentos. É preciso ser anormal numa sociedade que se afirma normal. Que invoca princípios, padrões, que impõe normas que nos obriga a viver na ilusão e na imagem de algo que julgamos ter mas em contradição com o que realmente queremos. Que nos faz sentir cansados de tanta correria durante o dia. E nos intervalos que temos pensamos e sentimos:
Será que dei o meu melhor?